sexta-feira, 15 de abril de 2016

instituto no AM irá lançar aplicativo de denúncia contra crimes ambientais

instituto no AM irá lançar aplicativo de denúncia contra crimes ambientais

App será via de comunicação entre população e órgãos fiscalizadores.
Lançamento do 'MeuAmbiente' será nesta sexta-feira (15). 

site: http://g1.globo.com/


Aplicativo poderá realizar denúncias sobre crimes ambientais no Amazonas (Foto: Divulgação)Aplicativo poderá realizar denúncias sobre crimes
ambientais no Amazonas (Foto: Divulgação)
Voluntários do Instituto Amazônia Mais desenvolveram um aplicativo capaz de permitir que a população do estado do Amazonas faça, por meio de dispositivos móveis, denúncias de crimes ambientais aos órgãos competentes. O app deverá ser lançado nesta sexta-feira (15) e pretende incentivar as pessoas a realizarem fiscalizações sobre crimes contra o meio ambiente na capital e no interior.
Após uma sequência de dias em que Manaus amanheceu encoberta por nuvens de fumaça resultantes de queimadas no fim de 2015, os voluntários do Instituto Amazônia Mais decidiram criar um aplicativo de denúncia a crimes ambientais como queimadas, extração ilegal de madeira e captura e venda irregular de pescado.
O aplicativo irá funcionar como uma plataforma móbile e web de comunicação entre a população e os órgãos de fiscalização e proteção ao meio ambiente, como a Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Amazonas (SEMA), o Batalhão de Incêndios Florestais do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas e o Ministério Público Federal. O projeto também tem o apoio da Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e do Movimento Ficha Verde.


segunda-feira, 28 de março de 2016

ONU alerta: apenas 20% da água residual é tratada, provocando riscos para saúde e biodiversidade

ONU alerta: apenas 20% da água residual é tratada, provocando riscos para saúde e biodiversidade


O acesso escasso à água e a contaminação desse bem natural geram doenças graves, principalmente na África onde mais de 547 milhões de pessoas carecem de acesso a saneamento básico.
Apenas 8% dos países de baixa renda são capazes de tratar as águas residuais. Foto: ONU Água
Apenas 8% dos países de baixa renda são capazes de tratar as águas residuais. Foto: ONU Água

Em tempos de crise hídrica, uma solução para minimizar a falta de água pode ser sua reciclagem. Mas, apenas 20% da água residual do mundo é atualmente tratada, prejudicando, principalmente, os países de baixa renda. A informação faz parte de um relatório elaborado por várias agências da ONU e divulgado na última segunda-feira (02).
O documento, produzido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA) e o Programa da ONU para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), em nome da ONU Água, intitulado Gestão de Águas Residuais, descreve os danos provocados no ecossistema e biodiversidade pela contaminação da água e a falta de tratamento, que prejudicam a saúde, as atividades econômicas e a segurança desse recurso natural.
Nos países de baixa renda, esse problema se agrava, com apenas 8% dos países capazes de tratar as águas residuais. O acesso escasso à água e a contaminação desse bem natural geram doenças graves, que poderiam ser facilmente evitadas, principalmente na África, onde mais de 547 milhões de pessoas carecem de acesso a saneamento básico.
Para o diretor executivo do ONU-Habitat, Joan Clos, o gestão da água residual deve ser parte integral do planejamento urbano e da legislação de um país e a Conferência sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III), que acontece em 2016,  oferecerá uma oportunidade para tratar esse tema de forma global.
Já o chefe do PNUMA, Achim Steiner, ressaltou que cerca de 70% dos resíduos industriais em países em desenvolvimento não são tratados. Uma cifra que se bem administrada pode converter-se em uma oportunidade de conservação e acesso para diferentes setores.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Bill Gates estuda tecnologia para acabar com dengue e Zika vírus

Bill Gates estuda tecnologia para acabar com dengue e Zika vírus

Entenda a técnica que a Fundação Bill & Melinda Gates quer usar para isso



O impacto do Zika vírus e de outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti está chamando atenção ao redor do globo. Tanto que A Fundação de Bill Gates e de sua esposa Melinda está em negociação com cientistas e governos da América Latina sobre uma possível forma de erradicar o Zika e a dengue: espalhar mosquitos incapazes de transmitir as doenças.
A ideia é liberar mosquitos infectados com a bactéria Wolbachia pipientis, que os impediria de transmitir qualquer vírus ao picar as pessoas. Essa tecnologia já foi testada na Austrália, durante um ano. Após esse período, a transmissão de dengue ali foi interrompida completamente ali.
A nova raça de mosquitos foi criada por cientistas Universidade de Monash, que fica na Austrália e foi usada como parte de um programa para a erradicação das doenças mencionadas naquele país, bem como na Indonésia, Vietnã e no Rio de Janeiro. "A pesquisa, em fase inicial, tem rendido resultados muito promissores". No entanto, não podemos dizer com certeza que ela é eficaz", explicou Fil Randazzo, vice-diretor da Fundação Bill & Melinda Gates, em Seattle, nos Estados Unidos.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Civis morrem de fome no Sudão do Sul

Fome: "Estou atônito por terem deixado que a situação se deteriorasse tanto", disse Festus Mogae, ex-presidente de Botsuana

site: http://exame.abril.com.br/
Bebê de dois meses com malnutrição severa no Sudão do Sul, dia 09/10/2015



Muitos civis estão morrendo de fome no Sudão do Sul, arrasado por uma guerra civil, denunciou nesta terça-feira o diretor de um grupo internacional que monitora o processo de paz no país.
Segundo as Nações Unidas, milhares de pessoas precisaram fugir recentemente devido a combates na região de Mundri, na Equatoria Ocidental, perto da fronteira com Uganda.
"Estou atônito por terem deixado que a situação se deteriorasse tanto", disse Festus Mogae, ex-presidente de Botsuana, que está impulsionando os esforços para formar um governo de unidade no Sudão do Sul.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A FOME NO MUNDO ATUAL

A FOME NO MUNDO ATUAL

Embora os números demonstrem uma diminuição do mapa da fome no mundo atual, ainda existem países que sofrem de fome e subnutrição.
A fome pode ser expressa de duas formas: aberta ou epidêmica; e oculta ou endêmica.
A fome aberta ocorre em períodos em que acontecem guerra em um determinado lugar, desastres ecológicos ou pragas que compromete drasticamente o fornecimento de alimentos, isso ocasiona a morte de milhares de pessoas.

Atualmente esse tipo de fome não tem ocorrido. Hoje existem vários organismos humanitários que fornecem alimentos às áreas afetadas por conflitos.

A fome oculta possui outra característica, é aquela no qual o indivíduo não ingere a quantidade mínima de calorias diárias, o resultado disso é a desnutrição ou subnutrição que assola 800 milhões de pessoas em todo mundo.

A subnutrição fragiliza a saúde, tornando a pessoa acessível a doenças. Houve uma diminuição relativa no mapa da fome, mas a realidade ainda é alarmante.

Observando esse panorama, nota-se que a fome ou subnutrição não é decorrente da produção insuficiente de alimentos, pelo contrário, ano após ano a produção tem aumentado o volume, e é fato que a produção de alimentos é mais do que suficiente para suprir as necessidades da população mundial.

Saiba quem era Marielle Franco.

Saiba quem era Marielle Franco, vereadora assassinada a tiros no Rio. Mulher, negra, mãe, feminista, socióloga, "cria da favela...